quinta-feira, 17 de junho de 2010

Carry Me , Ohio - Sun Kil Moon


Os convidados desta semana escolheram o seu nome em homenagem a ex campeão mundial de boxe com o nome de Sun Kill Moon.

Sun kill moon são uma banda com um estilo que poderá ser incluído no indie rock. Um dos pontos fortes desta banda são sem dúvida as suas letras, Mark Kozelek, guitarrista, vocalista e compositor, inspira-se em histórias verídicas para escrever as suas letras e conta-as de uma forma muito harmoniosa.

Com temas extremamente calmos, as suas músicas são um excelente acompanhante para um livro, ou simplesmente para uns momentos de introespecção.

Editors - Munich


Esta semana os nossos convidados são os The Editors que passaram por Portugal no final do ano passado para um grande concerto.

The Editors são uma banda britânica de indie rock, sediada em Birmighan. A banda é composta por Tom Smith (vocal, guitarra rítmica, e teclas) Chris Urbanowics, primeira guitarra, Russel Leetch (baixo e segunda voz) e finalmente Ed Lay na Bateria.

The Editors têm sido muito criticados pela semelhança sonora com os já antigos Joy Division. Embora as semelhanças entre Tom Smith e o prematuramente falecido Ian Curtis, sejam imensas, é sempre bom ouvir esta sonoridade, independentemente das obvias parecenças com os grandes Joy Division.

Deixo-vos com The Editors em, Munich.

DeVotchKa - The Enemy Guns (BEST QUALITY)





Os nossos convidados desta semana dão pelo nome de Devotchka. É uma banda composta por 4 elementos que têm como objectivo para a sua música, fazer a fusão entre estilos musicais tão variados como música tradicional Romena, Grega e Mariachi, sempre tendo por base o punk rock Americano.

Com tanta mistura de sonoridades o melhor é mesmo ouvi-los, fiquem então com Devotchka em “The enemy guns”.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

John Butler Trio - Ocean (Live at Federation Square)


Embora não seja habitual publicar dois vídeos sobre o mesmo autor, faço-o por uma boa razão, pois se houvesse mais tempo na rádio tinha sido esta a música a ir para o ar. Trata-se de um solo fabuloso composto por John Butler nas ruas de Perth.
Espero que gostem.

John Butler Trio - Pickapart - LIVE Rockpalast


Esta semana o nosso convidado é novamente australiano. Dá pelo nome de John Butler e é o líder da banda John Butler Trio. John Butler nasceu em 1975 e começou a tocar os seus primeiros acordes ao 16 anos. Em 1996 mudou-se para a cidade australiana de Perth, para estudar tentar se tornar num professor de arte.

No entanto a arte musical levou-o para a rua, no inicio para compor alguns temas, posteriormente em troca de dinheiro. Foi precisamente na rua que vendeu a sua primeira gravação, uma cassete gravada em casa, tendo conseguido vender 3000 exemplares. Depois disso foi a história cada vez mais comum, um produtor musical ouvi-o e lançou-o no mundo da música.

Hoje em dia é considerado um guitarrista de topo e um génio dentro do seu estilo musical sendo dos poucos guitarristas que toca usando o taping, técnica onde em vez de dedilhar as cordas da guitarra bate nas mesmas

Matmos - for the trees



A banda que hoje trago é composta por dois elementos e dão pelo de Matmos.

Os Matmos assumem-se como uma banda de música electrónica experimental e vão buscar a sua inspiração a variados motivos, como por exemplo a Guerra Civil Americana, tema do albúm que hoje vos trago. Na sua música para além de usarem uma grande panóplia de instrumentos musicais, usam ruídos ou sons capturados em inúmeras situações, na rua, em obras e talvez o mais curioso de todos eles, sons recolhidos numa clínica de lipo-aspiração.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Glen Hansard e MarKéta Irglová - Falling Slowly


Esta semana vou-vos falar de um artista e de um filme. Tudo isto porque a música que hoje vos trago, faz parte de uma banda sonora. O filme tem como título original “once” traduzido para o português “no mesmo tom”. É um musical dos tempos modernos, pois estamos constantemente a ser presenteados com músicas originais sem nos apercebermos bem que se trata de um musical.

O actor e actriz principais são dois músicos, Glen Hansard, guitarra e vocais e Markéta Irglová, piano e segunda voz. São eles os responsáveis pela excelente sonoridade deste filme, tendo sido recompensados com vários prémios pela banda sonora do filme e muitos prémios do público.

Para alem de vos aconselhar a visualizarem este excelente filme, aconselho-vos a ouvirem com muita atenção a música pois na sua simplicidade consegue encher bem o ouvido.

Kings of Leon - Milk (with lyrics) HQ


Hoje os nossos convidados já são bem conhecidos, muito devido aos vários prémios que ganharam em 2009 entre eles um Grammy, e ao grande êxito que foi o single “use somebody”. Embora o grupo composto por 3 irmãos e 1 primo, que dão pelo nome de Kings of Leon, possam já ser considerados um nome sonante da música, trago-vos um tema do 2º álbum que é considerado por muitos, e pelos próprios elementos da banda o álbum com a sonoridade com que mais se identificam.

Bob Marley - One Love


Com a chegada de temperaturas mais amenas, chega também a boa disposição, e por esse motivo hoje trago um estilo de música muito associado ao verão, o reggae.

O nosso convidado dá pelo nome de Robert Nesta Marley, mais conhecido por Bob Marley. Este é um artista que de certeza não precisa de grandes apresentações, por isso deixo-vos com uma história da sua vida.

Bob Marley, acreditava que com a sua música conseguia curar o mundo da sua maldade, ideia que vai de encontro à sua religião, o rastafari. Em 1976, em Kingston, sua cidade natal, Bob Marley foi atacado por um grupo extremista da Jamaica, tendo sido atingido com dois tiros. Curiosamente, dois dias depois subiu ao palco e levou a cabo o concerto que estava agendado. A meio do concerto, alguém do público perguntou porque estava em palco uma vez que tinha sido baleado a tão pouco tempo. Bob Marley respondeu: “O meu objectivo é curar o mundo pelo Amor, logo, se o mal não tira férias, eu também não!”

E por falar em amor, fiquem com one love, na voz de Bob Marley.

Nina Simone - Sinnerman full lenght


Para planearmos o futuro temos sempre de olhar o passado, é por esse motivo que esta semana a nossa convidada dá pelo nome de Eunice Kathleen Waimon, mais conhecida pelo seu nome artístico, Nina Simone e é sem dúvida uma fonte de inspiração para muitos dos músicos actuais.

Iniciou-se na música como estudante de piano clássico, mas depressa se destacou num outro género, o jazz. Com arranjos musicais fantásticos e uns vocais poderosíssimos, Nina Simone foi sem dúvida uma das grandes artistas do século passado.

Para além de ter sido uma grande artista, foi uma activista incansável pelos direitos humanos reflectindo-se essa forma de estar e pensar a vida nas suas letras.

Nirvana - All Apologies


O Uma de música presta uma merecida homenagem a um artista que marcou toda uma geração e foi sem sombra de dúvida um dos grandes impulsionadores do grunge, estilo musical que marcou os anos 90.

Nasceu a 20 de Fevereiro de 1967 e no dia 6 de Abril assinalou-se o 16º aniversário d sua morte, falo de Kurt Kobain, o mediático vocalista dos Nirvana.

Poderia estar a debitar informação sobre a sua vida e todos os mitos que rodearam a sua morte, no entanto julgo que a melhor forma de o lembrarmos é através da sua música, por isso vou vos deixar com uma versão de "all apologies" gravada no MTV unplugged, concerto esse que Kurt Kobain afirmou ter sido o mais intimidante da sua carreira.

Los Campesinos! - The Sea Is A Good Place To Think Of The Future



Los Campesinos são uma banda composta por sete elementos, que se juntaram em Cardiff, pais de Gales em 2006. Lançaram o primeiro álbum em 2008, com o nome de “Hold on Now, Youngster”.

Los Campesinos assumem-se como uma banda de indie rock, com alguma influencia do brit rock, no entanto, esforçam-se por se afastarem desse estereótipo e com excelentes resultados. Hoje trago-vos um tema do seu último álbum, “Romance is Boring”, álbum muito consistente e onde já se nota alguma maturidade musical.

Rodrigo y Gabriela - Hanuman (studio version)



Esta semana recebemos a visita de Rodrigo e Gabriela. Não, não são artistas de musica popular brasileira, mas sim uma dupla mexicana que agora começa a ganhar algum relevo e reconhecimento a nível mundial no que diz respeito à música acústica.

Conheceram-se e começaram a tocar juntos no México, numa banda de trash metal, porém depressa se cansaram das limitações quer do estilo musical quer do panorama metal mexicano. Partiram para a Europa e instalaram-se em Dublin, onde conseguiram gravar o primeiro disco após apenas alguns meses a tocar em bares locais.

Rodrigo Sanches na primeira guitarra e Gabriela Quintero na guitarra rítmica, apresentam-se com sonoridades tão completas e tão preenchidas, que nos questionamos se serão apenas 4 mãos e duas guitarras a fazer todos aqueles sons.

Sem mais demoras, Rodrigo e Gabriela em, Hanuman.

The Black Keys - Strange Desire


Dan Auerbach (vocalista e guitarrista), e Patrick Carney (baterista) oferem-nos um som algo revivalista, fazendo lembrar uma banda saída dos anos 70, no entanto não se deixem enganar, o seu primeiro album surgem em 2002.

Já com 7 albuns editados e um oitavo a ser lançado em maio deste ano, os Black Keys vão de vento em popa.

John Frusciante - Unreachable (The Empyrean) New Song!




Hoje apresento no Uma de música, o espaço que pretende dar a conhecer nomes menos conhecidos do panorama musical, um artista que surge em 18º na lista dos 100 melhores guitarristas do mundo segundo a revista Rolling Stone.

John Frusciante nasceu em 1971 na Califórnia. Começou a sua carreira desde cedo e aos 18 anos já tocava nos red hot chilli peppers. Fez parte dos red hot até 2009, embora tenha começado a gravar a solo em 1994.

Podemos nos seus trabalhos a solo notar influencias de estilos tão variados como o rock experimental ou a música electrónica. No entanto a guitarra, como não podia deixar de ser, é o elemento mais marcante nos seus trabalhos!

Xavier Rudd - Let Me Be music video


Esta semana trago-vos o exemplo de um one man band, Xavier Rudd! Este artista australiano, nas suas actuações ao vivo, apresenta-se em palco com uma guitarra nas mãos, pandeireta nos pés, harmónica ao pescoço e 3 dijiridous. E não são apenas decoração, realmente usa todos estes instrumentos, por vezes na mesma música.

As suas letras são normalmente gritos de alerta, sendo que os direitos dos aborígenes e os problemas ambientais, são os seus tópicos favoritos.